Chegamos a mais uma encruzilhada. Estamos falando dos ambientes gráficos. Mas não se preocupem, nem são tão separatistas assim pois todos tem aplicativos compatíveis, possuindo a capacidade de rodar programas uns dos outros.
Teremos, dentro do próprio Ubuntu, três tipos diferentes desses ambientes:
- xubuntu, com plataforma xfree, levíssimo, bem enxuto e, por isso mesmo, um pouco carente de maiores atrativos visuais. Mas completamente capaz de cumprir o que se propõe.
-ubuntu (default), com plataforma gnome, intermediário e possuindo muitos programas desenvolvidos através de suas bibliotecas visuais.
-kubuntu, com plataforma kde, o mais parrudo, um tanto pesado para micros modestos mas mesmo assim sendo capaz de rodar em qualquer coisa melhor que um processador de clock 500Mhz. O próprio Linus Torvalds incentivou o uso (do kde) como padrão.
Escolhi como plataforma o kubuntu, por não ter que me preocupar com o hardware e querer ver todo o poder das aplicações em kde. Portanto, a informação aqui passada terá mais ênfase em kde, não significando que não será falado do resto, mesmo porque tem programas insubstituíveis para gnome, como o synaptic, gerenciador de pacotes de instalação, por exemplo.
Para escolher entre estas plataformas, é interessante considerar:
- O hardware em que estamos instalando nossa distro. Qualquer coisa maior que um processador 900Mhz com 128Mega de RAM roda sem maiores problemas o kde.
- A que finalidade destina-se a máquina. No caso de um desktop tipo office, gnome dá conta do recado sem transtornos se os recursos de hardware forem limitados. Mas é impossível um gamemaníaco ficar satisfeito somente com a plataforma xfree e seus joguinhos simples.
- O tempo disponível para "testar" diferentes aplicativos com diferentes bibliotecas gráficas. Não aconteceu comigo ainda, mas a hípotese de rodar um programa com bib gráfica do kde no gnome pode gerar um crach e vice versa. Se bem que nunca será nada sério a ponto de perder alguma coisa além da seção vigente, ou seja, ter que deslogar e logar novamente.
dica do dia:
PelaMordeDeus, nada de "reestartar" o computador a cada software, biblioteca ou plugin instalado.
A não ser em casos raríssimos, é completamente desnecessário desligar ou mesmo bootar. O ideal é apenas dar um "stop" no serviço e "start" novamente. Às vezes é mais simples ainda: "comando: serviço restart".
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